Acabei de receber este texto por e-mail e ainda não pude verificar a veracidade da fonte, mas de qualquer forma o texto é intrigantemente exepcional e vale a pena ser lido…
Leia a seguir as colocações do eminente sociólogo, escritor e jornalista Leonardo Dantas Silva, sobre a novíssima forma como vem a auto-denominar-se a candidata recém eleita para a Presidência da República.
Desde quando ainda era candidata, ella vem dizendo nas entrevistas, debates e no seu guia eleitoral, que está pronta para ser “Presidenta” ( para ella o feminino de Presidente).
VAI TER QUE VOLTAR PARA A ESCOLA PRIMÁRIA!
LEIA A SEGUIR O QUE O LEONARDO ESCREVEU:
Tenho notado, assim como aqueles mais atentos também devem tê-lo feito, que a recém-eleita Dillma – e seus apoiadores – pretendem que ela venha a ser a primeira “Presidenta” do Brasil, tal como atesta toda a propaganda política.
Presidenta?
Mas, afinal, que palavra vem a ser essa que querem nos empurrar goela abaixo?
Vejamos:
No português, existem os particípios ativos como derivativos verbais.
Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é
pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendigar é
mendicante…
Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é
ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante,
ente ou inte. Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não
“presidenta”, independentemente do gênero, masculino ou feminino. Se diz
capela ardente, e não capela “ardenta”; se diz estudante, e não “estudanta”;
se diz adolescente, e não “adolescenta”; se diz paciente, e não “pacienta”.
Assim, a título de exemplo negativo, teríamos a seguinte “pérola” do idioma Lullo-petista:
“A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta
que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta.
Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta
dirigenta política, dentre tantas outras atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta. “
Tags: candidata, dilma, lula, lulismo, pérola, petismo, política, presidenta, presidente, PT
16 16UTC dezembro 16UTC 2010 às 21:01 |
[...] This post was mentioned on Twitter by Wilton, Wilton. Wilton said: SERÁ "PRESIDENTA" O FEMININO DE PRESIDENTE?: http://wp.me/pRlDl-S [...]
11 11UTC fevereiro 11UTC 2011 às 11:46 |
Qualquer mini dicionário existe a palavra presidenta. No site,
http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=presidenta
existe a palavra presidenta.
O “eminente sociólogo, escritor e jornalista” estudou tanto e se esqueceu do dicionário!!!
11 11UTC fevereiro 11UTC 2011 às 19:34 |
Ao que parece, meu amigo, o “eminente sociólogo, escritor e jornalista” ateve-se ao que apregoa a “NOSSA” gramática, em que (segundo a gramática) não existe tal palavra!
Existe no dicionário porque é um neologismo “recém-criado” que foi massivamente veiculado nas comunicações de massa e que será largamente utilizado nos próximos anos. Mas não deixa de ser uma abominação ortográfica. Um erro!
Vide a data de publicação do seu “mini-dicionário” onde aparece tal palavra…
Quer utilizar? Fique à vontade, mas eu não a utilizaria em uma redação sem as devidas “aspas”.
16 16UTC maio 16UTC 2011 às 15:26 |
[...] Será “Presidenta” o feminino de Presidente? [...]